sábado, 8 de maio de 2010

Sinto...

Sinto a vida a escorregar-me por entre os dedos. A fugir-me sem que a consiga prender a mim.

Fui dormir. Estava inconsolável  e pensei que dormir me iria aliviar o sofrimento vivido. Mas não. A noite foi o seguimento do resto do dia. Os pesadelos foram constantes como reflexo da minha alma. Gritei. Acordei vezes sem conta. Virei-me para um lado. Virei-me para o outro. Chorei.

O medo, o receio, o stress, o..., instalaram-se e não têm bilhete de regresso definido.

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