Penso, e repenso e volto a pensar, não o consigo evitar. Como que um robô que não tem vontade própria, que não tem liberdade de escolha. Como que uma marioneta que manuseiam sem qualquer hesitação.
Sou como uma pequena marioneta que usam e abusam a qualquer momento, a qualquer hora, sem que ela lhes consiga dizer que não, sem que ela lhes consiga dizer que a estão a magoar, a desgastar... Ela é ingénua, é pura e pensa que todos são como ela. Na realidade ela quer apenas agradar, quer que gostem dela, quer ajudar, quer...
Sou como uma pequena marioneta que depois de usada e abusada até ao limite se deita fora, no lixo, sem qualquer pena, sem qualquer pudor. Ora, afinal, é fácil de substituir, de trocar, nada nela é importante, nada nela merece consideração. É totalmente banal. Como que uma rotina que queremos quebrar. Como que um mero objecto que não tem personalidade, que não tem sentimentos.
Se ela não existisse ou desaparecesse ninguém notaria pela sua falta, ninguém sentiria a sua ausência, pois afinal não passa de um mero objecto que, por a caso, tem vida!
Eu! eu sentiria q tua falta... desculpa amor :x por tudo
ResponderEliminareu tab! qem e q arranjava namorados? (apesar de nenhum ser verdade :p)
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